06/04/2012 - Sexta-feira, 17:39
Bibi Ferreira, nascida Abigail Isquerdo Procopio, em 1922, filha de uma bailarina e do famoso Procópio Ferreira, mito da dramaturgia brasileira, é uma lenda viva das artes nacionais.
Ela alcançou o divino nesta matéria: ninguém fala de sua vida pessoal, só do seu talento. Assim deve ser o verdadeiro artista, alheio à mundanidade de folhetins: Vale e interessa pelo que deixa, não pelas trilhas insondáveis de sua intimidade. Bibi foi uma cidadã do mundo muito jovem. Com a separação dos pais vai residir com a mãe na Espanha, tendo o espanhol como primeiro idioma até os quatro anos de idade.
“De volta ao Brasil, tornou-se a atriz mirim mais festejada do Rio de Janeiro. Entrou para o Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde permaneceu por longo tempo, até estrear na companhia do pai. Aos nove anos teve negada a matrícula no Colégio Sion, em Laranjeiras, por ser filha de um ator de teatro. Completou o curso secundário no Colégio Anglo Americano e aperfeiçoou os estudos de balé em Buenos Aires, no Teatro Colón.”
(wikipedia)

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