quinta-feira, 7 de junho de 2012

Festival de Cinema Geraldo Santos Pereira já tem programação para o fim de Julho, em Visconde do Rio Branco


07/06/2012 - Quinta-feira


Os organizadores do Festival de Cinema Geraldo Santos Pereira estabeleceram a programação para o final do mês de Julho.

Sob a coordenação da Professora Theresinha Almeida Pinto, Diretora do Museu Municipal, e da Secretária Municipal de Educação, Professora Maria de Lourdes Torres, a equipe programou, em caráter provisório, a sequência dos filmes a serem exibidos no Auditório Jotta Barroso, na Av. Av. São João Batista, de segunda a sexta-feira(23 a 27 de julho).
Auditório Jotta Barroso. Av. São João Batista.

Para segunda, estão acertados Escandalosas e Tristeza do Jeca, de Luciano Benhame e Jorge Luiz da Silva, respectivamente. Os produtores farão palestras sobre seus trabalhos antes das exibições.
Escandalosas - Filme de Luciano Benhame.

Cineastas Luciano Benhame e Jorge Luiz da Silva



Para a terça-feira, estava prevista a projeção de A Banda, com palestra do autor José Augusto Henriques(Muleta), residente no Rio de Janeiro, com os pais em Vitória(ES). Como esse curta metragem tem duração menor, poderá ser transferido para o sábado, antes de EU É GERALDO, o ponto alto do Festival.



 Quarta, quinta e sexta-feira estão reservadas para as obras de Geraldo Santos Pereira e seu irmão gêmeo Renato:
Na quarta, Rebelião em Vila Rica, com palestra da Professora Theresinha Almeida Pinto sobre do Cine Brasil.

Na quinta, O Seminarista, com palestra de Franklin Ferreira Netto sobre a memória da Música Nacional.
Na sexta, O Aleijadinho, com palestra do Professor de Viçosa  José de Anchieta, sobre o seu amigo Geraldo Santos Pereira. 


Encerradas as projeções no Auditório Jotta Barroso, o sábado está reservado para apresentação ao ar livre, na Praça 28 de Setembro, com telão em frente ao antigo Cinema Brasil,  e o público espalhado nas cadeiras disponíveis na pista de trânsito junto ao balaústre e em parte do jardim.  Esse será o ponto alto do Festival. O produtor Erick Leite fará palestra sobre a Memória do Cinema e projetará EU É GERALDO, uma produção de Café Pingado Filmes, dirigida pelo próprio Erick. 

Erick Leite

Trailler do Filme

Do alto da Escola. Visão ao longe do Cine Brasil. Imagem: Cida Sales

Cine Brasil

Cinema, Sobrado dos Benati e dos Gomes. Imagem: Jefferson Colelho
Adro da Igreja Matriz.  Ao fundo o Cinema Brasil.  Imagem: Regina Passos
Rua destinada à platéia. Na esquina o Telão.


Para realização desse filme, Erick e sua equipe realizaram pesquisas sobre a vida de Geraldo, que sofre do mal de Alzheimer, e não se sentia  capacitado para contar a sua história, tão logo surgiu a idéia do projeto.

1.    As pesquisas dependeram de contatos com pessoas que conheceram e conviveram com Geraldo: seus amigos e artistas componentes do elenco de seus filmes. Para isto tiveram que visitar Paris, onde os irmãos estudaram; o Rio de Janeiro e os vários pontos onde vivem seus atores.  E, em 04 de dezembro de 2011, o grupo da Café Pingado Filmes veio a Visconde do Rio Branco. Conversaram com amigos de infância de Geraldo e Renato, como Dona Theresinha Pinto, e visitaram o Monumento a Guido Marlière, em Guidoval, onde Geraldo esteve em 2005.  Naquela ocasião, Geraldo teria tentado obter recursos com os prefeitos de Guidoval, Ubá e Visconde do Rio Branco para Filmar a vida do militar francês, que teria vindo para esta região como Pacificador dos Índios, a serviço da Coroa Portuguesa. Guido Tomás Marlière nasceu na França, em 3 de dezembro de 1767; e faleceu  em Guidoval(MG), no dia 15 de junho de 1836, na sua fazenda próximo à Serra da Onça, nas imediações onde fica o Monumento erguido em sua homenagem, às margens da velha estrada que liga Guidoval a Cataguases.  As águas do Rio Xopotó(Chopotó) passam por aquele itinerário.
Ivo Pitanguy


Joel  Zito

2.    A família de Geraldo afirma que não será conveniente a sua vinda para o lançamento do filme, porque, na ocasião do Festival, o tempo é muito frio aqui na cidade, e poderá abalar a sua saúde. Mas é provável que ele grave uma mensagem ao povo de Visconde do Rio Branco.  O seu amigo, escritor José de Anchieta, disse que Geraldo se esquece de quase tudo. Mas, perguntado de onde ele é, respondente categoricamente:  “Eu sou de Visconde do Rio Branco”.

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